Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba

Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba

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A Mattoni Comunicação realizou a assessoria de imprensa do musical em sua temporada no Rio de Janeiro, fazendo o lançamento e divulgando o espetáculo na mídia impressa, online e na televisão.

Período de atendimento: 22 de setembro a 29 de outubro de 2017.

O Musical

O nome de batismo é Jessé Gomes da Silva Filho, mas o grande público o conhece mesmo como Zeca Pagodinho. Artista consagrado, que alcançou o sucesso sem perder suas origens. É o Zeca do subúrbio, de Xerém, dos amigos, do palco e das canções que todo brasileiro sabe um refrão. Essa é a história real de um homem que se apaixonou pelo o samba ainda criança e, desde então, vive um caso de amor com a música.

“Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba” retrata a vida do cantor em duas partes. No primeiro momento, o público conhecerá a infância de Jessé, que levou nosso herói suburbano a construir seu sólido caráter, um cantor que nunca deixou de ser um homem do povo. Caberá a Peter Brandão dar vida ao protagonista nessa fase. No segundo momento, o espetáculo retrata o encontro do artista com a fama e sua popularidade. O ator e diretor Gustavo Gasparani assume o papel em sua fase madura.

Peter Brandão, que dá vida ao Zeca na sua infância e adolescência enxerga em si algumas características do homenageado. “Sou um cara batalhador, de família humilde, sempre atrás dos meus objetivos e estou concluindo um passo importantíssimo na minha carreira, que é este musical”, avalia. Gustavo Gasparani, intérprete do nosso herói suburbano na sua fase adulta, a partir dos 20 anos em diante, comenta a homenagem que está sendo feita em vida para o cantor: “É uma responsabilidade extra e um estímulo sem igual. O Zeca é muito parceiro e vê-lo feliz nos entusiasma muito. Nos inspira”.

Apesar de não serem fisicamente parecidos com Zeca Pagodinho, Gustavo e Peter representarão muito bem o cantor e a cultura suburbana do Rio no palco. “A ideia é contar a história de Jessé Gomes da Silva Filho, um brasileiro pobre, suburbano, que venceu através da música e fez com que todo o país reconhecesse os valores do seu mundo e do seu subúrbio. O espírito e o clima dos personagens são muito mais necessários ao espetáculo do que semelhanças físicas ou qualquer imitação. Através do Zeca, nós, brasileiros, nos tornamos mais suburbanos, mais cariocas e mais Xerém”, explica Gasparani, que conta com um grande elenco para contar essa história.

Roda de Samba

O espetáculo, aliás, não poderia ser mais “a cara” do sambista. “Nosso espetáculo é uma grande roda de samba onde os ‘partideiros’ contam a história do nosso homenageado de forma divertida e bem-humorada. Durante todo tempo alternamos cenas e refrãos, sambas e fatos, história e números musicais”, explica o diretor. “É bacana poder ver um pouco da vida da gente sendo retratada desta forma. Estou muito feliz. A ideia deste musical veio da Victoria Dannemann, produtora, que pensou no nome do Gustavo para dirigir e eu de cara gostei do texto”, elogia Zeca Pagodinho.

Como se pode perceber, a trilha sonora é destaque na construção da obra, compartilhando com nosso herói o protagonismo dessa história. Samba e narrativa se misturam nessa homenagem à Jessé. As canções evocam sua criação no subúrbio e potencializam o jeito carioca de ser, uma assinatura de Zeca Pagodinho e um jeito único de deixar a vida nos levar. Quatro músicos e um regente se unem aos 13 atores para juntos contarem, em texto e canção, a trajetória desse homem apaixonado pelo samba.

Embarque rumo à Estação Sucesso

A dramaturgia recorre ao Teatro de Revista para narrar essa trajetória de sucesso e parceria com o público ao longo de mais de três décadas. Irreverência e bom humor marcam a narrativa, características que não poderiam faltar ao retratar o nosso herói suburbano. Com toda a liberdade que o teatro permite, a poesia também está presente no espetáculo. A peça inicia com Jessé embarcando no trem do samba, acompanhado de seus anjos da guarda Cosme e Damião, rumo à “Estação Sucesso”. Essa é uma viagem sem paradas e que fará o espectador perder o fôlego, se emocionar e querer cantar.

“Este é um espetáculo assumidamente suburbano, carioca e popular. Feito para o povo brasileiro se reconhecer e se orgulhar da sua cultura. O Zeca é o nosso ‘Macunaíma Carioca’. Tinha tudo para dar errado, mas deu muito certo, e sem perder suas raízes exalta a sua cultura. Na peça vocês irão encontrar boa música, poesia e arte popular do nosso chão”, finaliza o diretor Gustavo Gasparani.