Cantando na Chuva

Cantando na Chuva

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No ano em que completa os 65 anos de sua estreia nas telonas, chega ao Brasil o musical “Cantando na Chuva”. Os icônicos papeis interpretados por Gene Kelly e Jean Hagen agora ganham vida através de Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia.

A clássica história se passa nos idos de 1920 em plena Hollywood. Os atores Don Lockwood (Jarbas Homem de Mello) e Lina Lamont (Claudia Raia) são as estrelas da época, o casal preferido da indústria cinematográfica. Sucesso entre o público, os dois são os queridinhos da mídia, que apostam num relacionamento mais íntimo entres eles, algo que jamais existiu.

O sucesso do casal 20, entretanto, é abalado com a transição do cinema mudo para o falado, que logo se torna a sensação do mercado. Dispostos a não perderem o que conquistaram, Don e Lina se veem obrigados a produzirem um filme para atender às expectativas da época.  Juntos, eles precisam superar as dificuldades que essa “nova interpretação” representa para os dois, e assim se manterem no topo. Nesse processo, entram duas figuras importantes para o sucesso da investida do casal: Kathy Selden e Cosmo Brown. Originalmente interpretados por Debbie Reynolds e Donald O´Connor, no musical brasileiro Bruna Guerin e Reiner Tenente dão vida aos personagens.

A ideia de adaptar o espetáculo para os palcos brasileiros surgiu durante uma viagem que Claudia fez com Jarbas em 2012. Ao assistir o musical em Londres, a atriz decidiu comprar os direitos autorais da obra. “Foi ali que deu o clique para montar a peça. Vamos fazer a nossa versão, não é a de Londres, nem a da Broadway, que vai estrear depois da gente. Acredito que a nossa será a mais bacana”, aposta Claudia.

Para produzir o musical, a atriz se associou a Stephanie Mayorkis, produtora e diretora de Teatro da IMM. A direção da obra ficou a cargo do diretor americano Fred Hanson, conhecido por seus trabalhos em “Miss Saigon”, “Les Misérables (EUA)” e “O médico e monstro”. “Para os fãs do filme, eu diria que eles verão seus momentos favoritos no palco, com o mesmo tom, felicidade, humor, dança e música do filme. Mas tudo isso sendo vivenciado bem de perto”, explica o diretor.

“Cantando na Chuva” recebe todos os cuidados dignos da superprodução que é. Para a lendária cena em que Don Lockwood sapateia na chuva, o teatro ganhará dois tanques, com capacidade total para 5 mil litros de água, que produzirão o efeito da chuva. O palco do Santander também foi adaptado para receber um sistema de filtragem da água e outro de aquecimento, que manterá a temperatura em 29° C. Uma rede de drenagem com bombas fará a receptação para reutilização da água, evitando qualquer desperdício. Do assento, o público assistirá de perto à magia de uma das cenas mais marcantes do cinema. Uma empresa do Reino Unido, especializada em sistemas de automação de chuva, foi contratada especialmente para a concepção e instalação dessa estrutura.

“A cena da chuva é a mais clássica de todos os tempos dos filmes musicais. E não poderia ser diferente no nosso espetáculo”, afirma Jarbas, que frisa a importância de “Cantando na Chuva” em sua formação: “É um sonho de infância, porque o Gene Kelly sempre foi o herói das minhas Sessões da Tarde, quando eu era criança. Fazer esse musical é maravilhoso. E faremos tudo o que a gente sabe: cantar, dançar e sapatear, debaixo da chuva (risos).

Sobre a cena tão emblemática, Claudia Raia é categórica: “Quando toca aquela música, e você vê alguém cantando na chuva com aquele guarda-chuva aberto, é emocionante. O público vai delirar”.

 

Serviço:

Estreia: 12 de agosto

Temporada: até 26 de novembro de 2017

Local: Teatro Santander (Complexo do Shopping JK – Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – SP)

Horários: Quintas e sextas, às 21h; Sábados, às 17h e 21h; Domingos, às 16h e 20h

Classificação Etária: Livre (menores de 12 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais)

Duração: 2h30 em 2 atos, com 15 minutos de intervalo

Capacidade: 946 lugares